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23 de julho de 2019 Ultima atualização: 23 de julho de 2019

Rentabilidade da Vérios no Segundo Trimestre de 2019

O segundo trimestre conseguiu superar os fortes resultados do primeiro. O ano de 2019 segue com um show de rentabilidade.

23 de julho de 2019

“Os mercados de alta nascem no pessimismo, crescem no ceticismo, amadurecem no otimismo e morrem por euforia”
– Sir John Templeton

O primeiro semestre de 2019 passou voando! Parece que foi ontem que começamos esse ano tão recheado de eventos e acontecimentos. A boa notícia é que, do ponto de vista da das carteiras inteligentes da Vérios, esse ano trouxe recordes de rentabilidade.

Ocorre que estamos vivendo o que há alguns anos não vivíamos de forma tão evidente no Brasil: um mercado de alta. Nesse sentido, as carteiras da Vérios são construídas para aproveitar esse momento da forma mais controlada e calibrada, capturando as oportunidades de ganho em cada uma das 5 classes de ativos que utilizamos:

  • juros pós-fixados
  • juros prefixados
  • juros reais (acima da inflação)
  • bolsa de valores brasileira e
  • bolsa de valores americana em dólares

Do ponto de vista da Economia Comportamental, podemos afirmar que as pessoas, enquanto seres humanos, têm suas decisões financeiras influenciadas por dois sentimentos antagônicos. O medo de perder dinheiro e a ganância de querer ganhar mais. Passamos anos no Brasil em uma profunda crise política e econômica, o que diminuiu o ímpeto do investidor em tomar risco e, de certa forma, fortaleceu o seu medo de perder.

Agora, como já aconteceu muitas vezes em outros ciclos de alta e baixa, o mercado de alta tende a revigorar o apetite das pessoas ao risco, fazendo crescer a ganância de querer “maximizar seus ganhos”. Com esse objetivo, você pode acabar se expondo a riscos desnecessários, adquirindo ativos que não conhece e pagando preços que não compensam os riscos envolvidos.

No mercado de alta, ao ver os ganhos obtidos nos investimentos mais arriscados, as pessoas tendem a desejar mais risco, adquirindo ativos que não conhecem e pagando preços que não compensam os riscos envolvidos

Acreditamos que daqui para frente os investidores poderão passar a viver com maior frequência tais situações. Nós da Vérios seguiremos fiéis ao nosso modelo de alocação, com risco controlado e foco claro no longo prazo.

Dito isso, vamos à rentabilidade. As carteiras da Vérios estão aproveitando uma boa fase, e, nesse segundo trimestre, o grande destaque foi a renda fixa. A alta rentabilidade foi mais acentuada nas carteiras que apresentam diversificação em apenas três classes de ativos, sem renda variável.

Rentabilidade até Junho/2019

A rentabilidade nos últimos 12 meses foi excepcional. A mediana das carteiras de nível 5 atingiu retorno de 255% do CDI nessa janela de tempo, lembrando que tal performance é depois de já descontados os custos.

Vérios: Rentabilidade Líquida 12 meses até 06/2019
Cada barra representa um nível de risco diferente, numerado de 1 a 5. As linhas representam o CDI, o Tesouro Selic e a Poupança do período.

 

O resultado desse período de 12 meses contou com forte contribuição do segundo trimestre de 2019: abril, maio e junho. Veja como foram os resultados desses três meses isoladamente:

Vérios: Rentabilidade Líquida Abr-Jun/2019

 

Movimentos do mercado financeiro

O forte movimento de valorização das carteiras se deve a uma conjunção de fatores, tanto do ponto de vista da economia local, como internacional.

No Brasil, tivemos um início de ano com grandes expectativas na agenda de reformas do governo e também da retomada do crescimento. Ao longo do tempo algumas dessas expectativas foram se frustrando, principalmente em relação ao prazo, e hoje vivemos um cenário de baixa inflação, sem crescimento econômico e com uma agenda de reforma ainda para serem aprovadas.

Contudo, com a consistente divulgação dos dados de inflação abaixo da meta, a possibilidade de novos cortes da Taxa Selic cresceu consideravelmente e o próprio Banco Central considera essa possibilidade. Nesse sentido, os ativos atrelados aos juros prefixados apresentaram performance excepcional, especialmente o títulos públicos de prazo até 2 anos. Utilizando como referência o indicador da Anbima, os títulos com juros nesse prazo renderam 6,6% no ano. Para fins de comparação, a Taxa Selic atual é de 6,5%, ou seja, esses títulos renderam em apenas 6 meses o que é esperado em 12 meses de renda fixa.

Adicionalmente, o avanço da Reforma da Previdência e comprometimento claro por parte do congresso, renovou o ânimo dos investidores e provocou a valorização dos ativos de juros nominal e juro real de longo prazo. As taxas de juros de longo prazo alcançaram o seu menor patamar na história, como por exemplo, títulos públicos com vencimento em 2025 oferecendo uma taxa de 6,90% ao ano. Com isso, os títulos prefixados de 5 anos renderam 14,5% desde o início do ano e títulos atrelados ao juros reais de 30 anos surpreendentes 46%, assim como o ETF que reflete a variação do bolsa brasileira se valorizou 14% nesses 6 meses.

Do ponto de vista internacional, vivemos uma relevante mudança de condução de política monetária por parte do Banco Central Americano (FED), que até meados do ano passado tinha um discurso muito claro em elevar as taxas de juros e atualmente, não descarta a possibilidade de novos cortes. Ocorre que a economia americana está apresentando sinais de desaceleração e novos estímulos à economia devem ser necessários. Nesse sentido, o ETF que reflete a variação de bolsa americana se valorizou 16% no ano.

Vérios: Rentabilidade do Primeiro e Segundo Trimestres de 2019

 

O que esperar da Vérios

Antes de concluir esse artigo; vale lembrar que, independentemente dos excelentes resultados apresentados aqui, a metodologia de gestão das carteiras inteligentes da Vérios foi pensada para controlar rigorosamente o risco assumido, aumentando a segurança do investimento e, dentro de cada patamar de risco escolhido, obter o melhor retorno possível.

Os modelos de alocação seguem uma metodologia clara e renomada no meio acadêmico e no mercado financeiro, com um foco no horizonte de médio e longo prazo. A prioridade é a preservação de capital, por meio do controle de risco e balanceamento dos portfólios.

Explore esses dois links para saber mais sobre diversificação de investimentos e como escolhemos os ativos que compõem a carteira:

Até a próxima!

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23 de julho de 2019
Ultima atualização: 23 de julho de 2019

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Autores

Pedro é gestor de recursos credenciado pela CVM e responsável pela engenharia financeira das carteiras inteligentes na Vérios. Trabalha há anos no mercado financeiro, tendo atuado por alguns anos em uma das maiores gestoras de recursos do Brasil. É também editor no Terraço Econômico, maior portal independe de economia do país, formado em Economia pela Unicamp e com passagem na Universidade do Porto, em Portugal.

CEO da Vérios, a fintech que te ajuda a fazer investimentos inteligentes, de forma fácil, rentável e segura. Pode confiar. Felipe conta com mais de 10 anos de atuação no mercado financeiro, e em 2011 cofundou o site Comparação de Fundos, primeiro a dar transparência a mais de 15 mil fundos de investimento. É advogado pela USP e pós-graduado em Finanças Corporativas e Investment Banking pela FIA.

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