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Títulos públicos: o que são e como funcionam

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Os títulos públicos são ativos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional para financiar a dívida pública nacional. Eles possuem diversas características que o investidor brasileiro adora, como a grande previsibilidade de retorno, liquidez diária, baixo custo, baixíssimo risco de crédito, e a solidez de uma instituição enorme por trás.

Ainda assim, num país com 204 milhões de habitantes, dentre os quais 140 milhões possuem contas bancárias ativas, o número de investidores no Tesouro Direto não chega nem a meio milhão (eram 472 mil no fim de fevereiro de 2015). É uma pena, pois os títulos públicos podem proporcionar boa rentabilidade com excelente segurança, mas poucas pessoas entendem como eles funcionam.

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Fundos de investimento: o que são e como funcionam

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Os fundos são um dos tipos de investimento mais comuns no país. Ao final de 2014, cerca de R$ 2,7 trilhões – valor que equivale à metade do PIB brasileiro – estavam aplicados em fundos1.

É possível que você seja um investidor de fundos e, ainda assim, tenha alguma dúvida sobre como eles funcionam. Leia este artigo para entender.

O que é um fundo de investimento?

O fundo de investimento é um mecanismo que reúne o dinheiro de diversas pessoas (chamadas de cotistas) com o objetivo de obter ganhos a partir da aplicação no mercado financeiro.

Tecnicamente, diz-se que a figura é de um condomínio – e essa comparação ajuda muito a compreender sua estrutura. O fundo funciona de maneira semelhante a um condomínio residencial, onde cada condômino é dono de uma cota (um apartamento) e paga a alguém (síndico ou administrador) para administrar e coordenar as diversas tarefas do condomínio (jardineiro, limpeza, porteiro, manutenção de elevadores e equipamentos de academia, entre outros).

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O que o desemprego indica sobre a economia

Relatório Economia em 5 minutos

No último Economia em 5 Minutos, falamos da perspectiva nula de crescimento econômico e abordamos a questão da (não) crise internacional. São dados que dão a dimensão do período difícil pelo qual estamos passando, mas talvez pareçam números distantes da sua realidade. Nesta edição, abordamos o desemprego, ou taxa de desocupação, um indicador importante para a economia e mais “palpável” de se perceber em nosso dia a dia.

Se algumas decisões econômicas têm efeito imediato, como a inflação, outras demoram um pouco mais para mostrar seus impactos. É o caso do desemprego. A deterioração recente da economia vai influenciando a mudança de padrão de consumo das famílias, com a diminuição da demanda por produtos e serviços. Aos poucos, o desaquecimento dos setores produtivos resulta na dispensa de funcionários.

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Por que os milionários são milionários?

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Nada de berço esplêndido: nos Estados Unidos, cerca de 80% das pessoas que possuem mais de US$ 1 milhão em patrimônio financeiro líquido não são herdeiras. Elas construíram esse patrimônio a partir dos seus próprios méritos.

Esse e outros fatos sobre patrimônio, hábitos, valores e comportamentos de famílias americanas milionárias são desvendados no clássico livro “O milionário mora ao lado”, de Thomas J. Stanley e William D. Danko (The millionaire next door, no título original em inglês, 1996).

“Riqueza é o que você acumula, não o que você gasta”. Você já ouviu essa frase alguma vez? Ela tem tudo a ver com o modo de viver dos milionários. Resumimos a seguir alguns dos argumentos dos autores que explicam por que os milionários são milionários.

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A única forma garantida de aumentar a sua rentabilidade

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Repare numa coisa: em geral, quanto mais pagamos por um produto ou serviço, melhor qualidade obtemos. Costuma ser assim ao comprar um carro, reservar um hotel, um restaurante ou decidir onde nossos filhos vão estudar, certo? É como o mercado de consumo funciona. Mas existem produtos e serviços que funcionam de forma oposta: vão lhe entregar mais valor se você pagar menos por eles. É o caso dos investimentos.

Todo mundo se preocupa em investir em produtos com boa rentabilidade, mas a melhor maneira de obter esse resultado pode ser cortando custos. Vou explicar melhor neste artigo, e você vai entender por que precisa estar atento às taxas – de administração, performance, corretagem, carregamento, entre outras – que incidem sobre seus investimentos.

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Serviço de investimento automatizado: o que é e como funciona

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Se você já não vive sem Google, WhatsApp, Waze, e outras facilidades que a internet traz, o conceito de serviço de investimento automatizado (também conhecido como robo-advisor) vai soar interessante para você. É uma novidade que está dando muito certo no exterior.

Todos esses serviços que mencionamos e muitos outros disponíveis vêm mudando radicalmente a forma como nos comunicamos e resolvemos nossos problemas. Eles facilitam a nossa vida, não é mesmo? Com investimentos, não é diferente. E não estamos falando de internet banking nem de home broker.

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ETFs: o que são e como funcionam

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ETFs (Exchange Traded Funds) são um veículo eficiente de investimento, que se destaca pela diversificação e baixo custo. Na prática, são fundos que representam índices e são negociados em bolsa. Permitem acessar mercados amplos, sem a necessidade (e o custo) de comprar cada ativo individualmente.

Enquanto no Brasil os ETFs vão lentamente ganhando espaço, em economias desenvolvidas são ativos muito difundidos – nos Estados Unidos, são negociados desde 1993 e correspondem a mais de 2 trilhões de dólares investidos. O principal apelo dos ETFs está no baixo custo e na exposição a diferentes mercados e setores, o que faz do ativo uma opção interessante para compor carteiras diversificadas.

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Esqueça a diversificação. Aplique apenas no melhor investimento

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Você cometeu um erro enorme com o seu dinheiro no ano passado. Você sabe disso, não sabe? As únicas partes da sua carteira de investimentos que renderam bem provavelmente foram as posições em inflação e dólar. Os fundos multimercados empataram com a poupança. Bolsa de valores foi horrível.

Onde você estava com a cabeça? Você claramente perdeu a grande oportunidade do ano. Você deveria ter abandonado a diversificação e investido todo seu dinheiro em títulos de inflação.

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Investimento da moda: a boa oportunidade que já passou

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No dicionário, moda é o valor ou comportamento que mais se repete. É uma palavra comum na análise estatística de bases amostrais, e também nas discussões do dia a dia sobre roupas e atividades. O que muita gente não percebe é que também existe uma moda dentro dos comportamentos financeiros, investimentos e finanças pessoais.

Sempre existe um investimento da moda, e seguir a moda nesse caso costuma ser um erro. Provavelmente é um erro que você comete, ou conhece muita gente que comete. Já falamos um pouco sobre isso quando listamos os 6 comportamentos financeiros que você deveria abandonar, e agora é hora de entrar mais a fundo neste comportamento, que apareceu como nº 5 na nossa lista.

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Na contramão do crescimento mundial

Relatório Economia em 5 minutos

Nos anos de 2013 e 2014, a economia mundial cresceu a taxas próximas a 3% ao ano1. Nos mesmo período, o crescimento da economia brasileira foi de 2,5% e de 0, respectivamente. Projeções apontam que o crescimento mundial em 2015 deverá alcançar 3,4%, refletindo a recuperação dos Estados Unidos e alguns países da Zona do Euro. Na contramão do mundo, devemos fechar o ano com uma recessão de pelo menos 0,5%, de acordo com as estimativas mais recentes.

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