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Todos os artigos de Danylo Martins

Jornalista especializado em economia e finanças pessoais, Danylo escreve para o jornal Valor Econômico e para as revistas Capital Aberto e Você S/A, além do seu blog Economia Sem Enrosco e de colaborar com o blog da Vérios

Investir em ações ajuda a diversificar carteira

Enquanto a caderneta de poupança tem o poder de encantar os brasileiros, a Bolsa de Valores costuma assustar os investidores. Com suas oscilações, o investimento em ações ainda é encarado como um bicho-papão, embora seja tão importante quanto as aplicações financeiras conservadoras.

Investir em ações ajuda a diversificar a carteira com foco em objetivos de longo prazo, mas não custa lembrar que a parcela desses ativos precisa ser dosada conforme o objetivo, horizonte de investimento e o perfil de risco. Em outras palavras, ter uma porção do dinheiro aplicada em renda variável é salutar, porém, é preciso ter cuidado para não ter prejuízo com escolhas feitas sem pensar ou com base em especulações do mercado financeiro.

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Ainda vale a pena investir na poupança?

vale a pena investir na poupança?

A caderneta de poupança está praticamente no DNA do investidor brasileiro. Quem nunca ouviu dos pais ou dos avós a frase “guarde um pouco do seu salário na poupança”? Tanto é que a tradicional caderneta se tornou sinônimo, em muitos casos, para a ação de poupar dinheiro.

Mesmo com a evolução do mercado financeiro e dos tipos de investimento oferecidos, a poupança ainda mantém lugar cativo na cesta de aplicações de boa parcela dos brasileiros. Segundo uma pesquisa recente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), 76% dos entrevistados que têm recursos disponíveis para investir direcionam a quantia à caderneta. Esse percentual já foi maior: em 2012, chegou a atingir 88%.

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É seguro investir em LCI e LCA?

é seguro investir em lci e lca?

É inegável que as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) conquistaram, nos últimos anos, o paladar do investidor pessoa física. Com a combinação de ingredientes que saltam aos olhos, como isenção de Imposto de Renda e mesma segurança que a caderneta de poupança, essas aplicações passaram a figurar entre as mais procuradas nas prateleiras de bancos e corretoras.

O apetite por esses papéis também foi aguçado pelo cenário econômico, marcado por juros altos e inflação elevada. Traduzindo em miúdos: a Selic – taxa básica de juros da economia – reflete diretamente no desempenho do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), uma taxa referencial para as aplicações conservadoras, incluindo LCI e LCA.

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Fundos multimercados: o que são e como funcionam

Fundos multimercados: o que você precisa saber

Diversificar é uma das regras básicas na hora de investir o dinheiro. Para distribuir os ovos em diferentes cestas, há uma série de aplicações financeiras, entre elas os fundos multimercados, que costumam ser indicados para a diversificação dos investimentos.

Para se ter uma ideia do tamanho dessa classe de ativos, em outubro de 2016 os fundos multimercados no Brasil tinham patrimônio líquido de R$ 654,1 bilhões, o equivalente a 19,4% do patrimônio total da indústria de fundos de investimento, segundo dados da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Saiba como funcionam os fundos de investimento neste outro artigo.

Os fundos multimercados são mais complexos do que os fundos de renda fixa ou DI e os fundos de ações. Neste texto explicamos as características, vantagens e desvantagens, assim como os riscos dessa classe de ativos.

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Fundos DI: o que são e como funcionam

Investimento em fundos DI

No cardápio de fundos de investimentos, os fundos DI são um dos prediletos do investidor brasileiro. A preferência não é à toa: esse tipo de fundo é um dos mais simples, entre tantas opções disponíveis no mercado – como fundos de ações, fundos multimercados e fundos cambiais. Leia mais sobre fundos de investimento neste outro artigo.

Vale destacar que, desde outubro do ano passado, os fundos DI deixaram de ter uma denominação própria, com a mudança na classificação de fundos de investimento feita pela Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Hoje eles se enquadram dentro da denominação fundos de renda fixa.

Apesar de não serem mais classificados como fundos referenciados DI, essas carteiras continuam com grande apelo entre as pessoas físicas. Mas afinal, como esses fundos funcionam? Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre as características, vantagens e desvantagens dessa opção de investimento.

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Investimento em renda fixa: confira 3 aplicações para diversificar

investimento em renda fixa

As aplicações financeiras de renda fixa são as que mais aguçam o paladar do investidor brasileiro. Segundo um estudo da Anbima, divulgado em abril deste ano, 82,1% do portfólio dos aplicadores estão alocados entre títulos, fundos de renda fixa e poupança, o que ilustra a predileção do poupador por essas classes de ativos.

Entre os motivos que ajudam a explicar a preferência pelos investimentos de renda fixa, um dos principais é a alta taxa de juros no Brasil – o juro básico da economia (Selic) está em 14% ao ano. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, a taxa básica de juros está entre 0,25% e 0,50% ao ano.

Mas você sabe a importância do investimento em renda fixa? Para começar, é preciso conhecer as características dessas classes de ativos.

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Investir em opções: o que é e como funciona

investir em opções

Você já ouviu falar em opções? Não, não nos esquecemos de uma palavra no fim dessa pergunta. Da mesma maneira que investimos em ações, é possível aplicar em opções, e esses dois mercados estão diretamente relacionados. Mas afinal como funciona esse tipo de aplicação?

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Tesouro Direto: o que é e como funciona

tesouro direto

Apesar de não ser tão novo assim, o Tesouro Direto ganhou fama mais recentemente. A combinação de inflação elevada e juros altos beneficiou um conjunto de aplicações financeiras de renda fixa, que passaram a exibir rendimento bem superior à tradicional caderneta de poupança. É o caso dos títulos públicos oferecidos no Tesouro Direto.

Para se ter uma ideia, o total de investidores cadastrados no Tesouro Direto chegou a 885.286 em julho, o que representa um salto de 64,86% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo os dados mais recentes do Tesouro Nacional. O saldo de recursos aplicados cresceu 4,16% no mesmo período, atingindo R$ 34,15 bilhões em julho.

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Fundos de investimento do Itaú valem a pena?

Os fundos de investimento estão entre as aplicações financeiras mais conhecidas dos brasileiros e só perdem em popularidade para a caderneta de poupança. A facilidade na hora de aplicar diretamente pelo banco faz com que os investidores optem por essas duas modalidades, embora nem sempre sejam as opções mais baratas e com melhor rendimento. 

Não é à toa que a indústria de fundos tem cerca de R$ 3,3 trilhões de patrimônio líquido sob gestão, segundo dados da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)1.

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Vale a pena investir em ETFs?

A sopa de letrinhas das aplicações financeiras, com nomes dos mais variados, parece assustar quem está começando a investir. A oferta é generosa, tem para todos os gostos: CDB, LCI/LCA, COE, ETF, sem falar nas NTN-Bs ou LFTs do Tesouro Direto… Mas vamos parar por aí antes que tudo se misture na nossa e na sua cabeça.

Em meio a essa infinidade de siglas, você já ouviu falar dos Exchange Traded Funds (ETFs, na sigla em inglês)? Aqui no blog comentamos com frequência sobre essa modalidade de investimento. Aliás, temos um conteúdo sobre o que são ETFS. Descubra, em detalhes, como eles funcionam.

Mas afinal, se você já ouviu sobre os ETFs, pode estar se perguntando: vale a pena investir em ETFs? Para a resposta ficar mais clara, é importante destrinchar um pouco essa modalidade de investimento.

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