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Todos os artigos de Danylo Martins

Jornalista especializado em economia e finanças pessoais, Danylo escreve para o jornal Valor Econômico, portal UOL e revista VOCÊ S/A, além do seu blog Economia Sem Enrosco e de colaborar com o blog da Vérios

TED sem custo: saiba quais bancos oferecem esse benefício

Saiba como fazer TED sem custo

Investir fora do banco é importante para garantir uma boa rentabilidade em suas aplicações. Mas a verdade é que você continuará recebendo seu salário no banco… E todas as vezes que enviar seu dinheiro para sua conta em uma corretora, para que possa aplicá-lo, poderá ter que pagar uma tarifa de transferência. Aí que mora o perigo, pois o custo da TED acaba fazendo muita gente manter os recursos aplicados no banco.

“Ah, como vou ter de pagar X reais todo mês, prefiro deixar no banco mesmo”: esse é o tradicional pensamento de quem decide continuar na inércia do banco.

E assim o hábito de poupar e investir mensalmente é deixado de lado, sem que as pessoas percebam. Afinal, o simples fato de você precisar transferir uma quantia todo mês de um lugar para outro já cria uma espécie de “obrigação”, o que é salutar para quem está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos.

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Mercado de capitais: entenda o conceito

Mercado de capitais: entenda o conceito

Para desenvolver projetos de expansão, as empresas precisam de capital. Esse dinheiro pode ser obtido, por exemplo, por meio de captação no chamado mercado de capitais. Os recursos podem ser direcionados para investimentos como: expansão da capacidade, aquisição de outras empresas, ou mesmo alongar o prazo de suas dívidas. E quem “empresta” os recursos às companhias são os investidores, que veem essa quantia se valorizar ao longo do tempo.

Esse processo ocorre com apoio de intermediários financeiros. Além das empresas e dos investidores, outros agentes fazem parte do mercado de capitais, incluindo a bolsa de valores (a BM&FBovespa), bancos de investimento, corretoras, distribuidoras de valores, entre outros prestadores de serviços. Como espécie de xerife do mercado de capitais está a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – órgão responsável pelo controle, normatização e fiscalização de tudo o que acontece nesse mercado.

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Aplicações financeiras para o curto, médio e longo prazo

aplicações financeiras

Uma das regras mais importantes na hora de fazer um investimento é definir qual o tempo previsto para você alcançar determinado objetivo. Em geral, as metas são classificadas como de curto prazo (até um ano), médio prazo (um a quatro anos) ou longo prazo (acima de quatro anos). Ao montar sua cesta de aplicações, é preciso adequar o tipo de produto financeiro ao prazo estabelecido.

Para ajudá-lo nessa tarefa, selecionamos os investimentos mais recomendados conforme cada horizonte de tempo.

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Qual é o papel da corretora de valores? Conheça as principais

Corretora de Valores

O mercado financeiro tem diversos atores, como órgãos e autarquias (Banco Central e CVM, por exemplo), bancos, corretoras de valores, gestoras de recursos, consultorias de investimento, entre outros. Da mesma forma que numa peça, cada ator desempenha seu papel e interage com os demais.

Mas alguns personagens têm múltiplos papéis no enredo, caso das corretoras de investimento ou corretoras de valores. Você já ouviu falar nelas? Neste texto explicaremos como elas funcionam, quais atividades desempenham e quem supervisiona o trabalho delas.

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Investir em ações ajuda a diversificar carteira

Enquanto a caderneta de poupança tem o poder de encantar os brasileiros, a Bolsa de Valores costuma assustar os investidores. Com suas oscilações, o investimento em ações ainda é encarado como um bicho-papão, embora seja tão importante quanto as aplicações financeiras conservadoras.

Investir em ações ajuda a diversificar a carteira com foco em objetivos de longo prazo, mas não custa lembrar que a parcela desses ativos precisa ser dosada conforme o objetivo, horizonte de investimento e o perfil de risco. Em outras palavras, ter uma porção do dinheiro aplicada em renda variável é salutar, porém, é preciso ter cuidado para não ter prejuízo com escolhas feitas sem pensar ou com base em especulações do mercado financeiro.

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Ainda vale a pena investir na poupança?

vale a pena investir na poupança?

A caderneta de poupança está praticamente no DNA do investidor brasileiro. Quem nunca ouviu dos pais ou dos avós a frase “guarde um pouco do seu salário na poupança”? Tanto é que a tradicional caderneta se tornou sinônimo, em muitos casos, para a ação de poupar dinheiro.

Mesmo com a evolução do mercado financeiro e dos tipos de investimento oferecidos, a poupança ainda mantém lugar cativo na cesta de aplicações de boa parcela dos brasileiros. Segundo uma pesquisa recente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), 76% dos entrevistados que têm recursos disponíveis para investir direcionam a quantia à caderneta. Esse percentual já foi maior: em 2012, chegou a atingir 88%.

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É seguro investir em LCI e LCA?

é seguro investir em lci e lca?

É inegável que as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) conquistaram, nos últimos anos, o paladar do investidor pessoa física. Com a combinação de ingredientes que saltam aos olhos, como isenção de Imposto de Renda e mesma segurança que a caderneta de poupança, essas aplicações passaram a figurar entre as mais procuradas nas prateleiras de bancos e corretoras.

O apetite por esses papéis também foi aguçado pelo cenário econômico, marcado por juros altos e inflação elevada. Traduzindo em miúdos: a Selic – taxa básica de juros da economia – reflete diretamente no desempenho do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), uma taxa referencial para as aplicações conservadoras, incluindo LCI e LCA.

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Fundos multimercados: o que são e como funcionam

Fundos multimercados: o que você precisa saber

Diversificar é uma das regras básicas na hora de investir o dinheiro. Para distribuir os ovos em diferentes cestas, há uma série de aplicações financeiras, entre elas os fundos multimercados, que costumam ser indicados para a diversificação dos investimentos.

Para se ter uma ideia do tamanho dessa classe de ativos, em outubro de 2016 os fundos multimercados no Brasil tinham patrimônio líquido de R$ 654,1 bilhões, o equivalente a 19,4% do patrimônio total da indústria de fundos de investimento, segundo dados da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Saiba como funcionam os fundos de investimento neste outro artigo.

Os fundos multimercados são mais complexos do que os fundos de renda fixa ou DI e os fundos de ações. Neste texto explicamos as características, vantagens e desvantagens, assim como os riscos dessa classe de ativos.

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Fundos DI: o que são e como funcionam

Investimento em fundos DI

No cardápio de fundos de investimentos, os fundos DI são um dos prediletos do investidor brasileiro. A preferência não é à toa: esse tipo de fundo é um dos mais simples, entre tantas opções disponíveis no mercado – como fundos de ações, fundos multimercados e fundos cambiais. Leia mais sobre fundos de investimento neste outro artigo.

Vale destacar que, desde outubro do ano passado, os fundos DI deixaram de ter uma denominação própria, com a mudança na classificação de fundos de investimento feita pela Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Hoje eles se enquadram dentro da denominação fundos de renda fixa.

Apesar de não serem mais classificados como fundos referenciados DI, essas carteiras continuam com grande apelo entre as pessoas físicas. Mas afinal, como esses fundos funcionam? Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre as características, vantagens e desvantagens dessa opção de investimento.

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Investimento em renda fixa: confira 3 aplicações para diversificar

investimento em renda fixa

As aplicações financeiras de renda fixa são as que mais aguçam o paladar do investidor brasileiro. Segundo um estudo recente da Anbima, 82,1% do portfólio dos aplicadores estão alocados entre títulos, fundos de renda fixa e poupança, o que ilustra a predileção do poupador por essas classes de ativos.

Entre os motivos que ajudam a explicar a preferência pelos investimentos de renda fixa, um dos principais é a alta taxa de juros no Brasil — mesmo em ritmo de queda, o juro básico da economia (Selic) ainda está atualmente em 12,25% ao ano. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, a taxa básica de juros está entre 0,25% e 0,50% ao ano.

Mas você sabe a importância do investimento em renda fixa? Para começar, é preciso conhecer as características dessas classes de ativos.

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