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Todos os artigos de Danylo Martins

Jornalista especializado em economia e finanças pessoais, Danylo escreve para o jornal Valor Econômico, portal UOL e revista VOCÊ S/A, além do seu blog Economia Sem Enrosco e de colaborar com o blog da Vérios

Dividendos: como funciona a distribuição de lucros de empresas listadas em bolsa

Dividendos: saiba tudo sobre o pagamento de dividendos por empresas da bolsa

Quem nunca jogou Banco Imobiliário na infância ou na adolescência e não se lembra da alegria quando seu pino parava na casa “lucros e dividendos”? Como uma espécie de passe de mágica, ganhava-se dinheiro para investir mais em outras propriedades, pagar despesas ou simplesmente deixar em caixa.

Brincadeiras à parte, os dividendos também estão presentes em aplicações financeiras, como ações e fundos imobiliários, por exemplo. Neste texto, vamos focar apenas na distribuição de lucros de empresas com papéis negociados na bolsa de valores, a B3 (antiga BM&FBovespa).

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Mercado financeiro: o que é isso?

Sabia que o dinheiro que você tem na conta corrente é usado pelo banco como recurso para concessão de crédito a pessoas físicas e empresas que precisam de empréstimos? Então, quer dizer que a quantia “some” da sua conta? Não. Até porque se você tiver saldo disponível, conseguirá sacar na hora em que precisar. O dinheiro entra numa cadeia de troca de recursos que as instituições financeiras promovem entre si e junto aos clientes. Ficou confuso?

Funciona assim: o João tem recursos sobrando e, por isso, aplica o dinheiro para que ele renda ao longo do tempo. Por outro lado, a empresa XPTO precisa de recursos para comprar máquinas e equipamentos. Portanto, ela buscará um empréstimo. De maneira simplificada, mas bem simplificada, é que o João “empresta” o recurso que tem a mais à empresa XPTO. Claro que esse processo não ocorre diretamente. É necessário ter a participação de um intermediário para criar o elo entre esses agentes.

Nesse caso, o João é poupador ou investidor, enquanto a XPTO é tomadora de recursos. Já o banco funciona como um intermediário para que as transações ocorram. E trocas como essas acontecem a todo o momento num ambiente conhecido como mercado financeiro.

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Rendimento da poupança não vale a pena; confira alternativas

Entenda qual é o rendimento da poupança e conheça alternativas de investimento

 Sabe aquele dinheiro que você manda direto para a caderneta de poupança? Você faz ideia de quanto essa grana rende? Se a sua resposta foi “não”, pode ficar tranquilo porque boa parte dos brasileiros desconhece a rentabilidade dos recursos aplicados na poupança, assim como as regras de cálculo do rendimento da tradicional caderneta.

Compreender isso é fundamental para que você possa tomar melhores decisões de investimento, inclusive observando aplicações financeiras mais rentáveis que a poupança. Mas esse é um assunto para mais à frente. Primeiro vamos entender como funciona o rendimento da poupança.

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Rico: conheça a corretora

Rico Corretora: conheça

Com produtos financeiros dos mais variados, as corretoras de valores ou corretoras de investimento independentes começaram a ganhar força no mercado – algumas até competindo de igual para igual com grandes bancos. Parte disso tem a ver com a ampliação do portfólio de produtos oferecidos pelas corretoras aos seus clientes.

Se antigamente eram conhecidas pela intermediação na compra e venda de ações, hoje essas instituições financeiras têm uma prateleira variada, com aplicações de renda fixa (títulos públicos do Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, CRI, CRA, debêntures etc.) e renda variável (ações, ETFs), além de fundos de investimento.

Conhecer melhor o histórico e a evolução das principais corretoras de valores em atuação no Brasil é fundamental na hora de tomar decisões de investimento. Por isso, o blog da Vérios dá início a um conjunto de artigos sobre algumas dessas instituições.

Para inaugurar o guia de corretoras, contaremos a trajetória da Rico, atualmente uma das maiores corretoras independentes do país. Confira!

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Derivativos: entenda o que são essas aplicações financeiras

Derivativos: o que são e como funcionam

Diariamente, os veículos de comunicação especializados em economia e finanças noticiam a cotação dos chamados contratos futuros de diversos ativos, desde moedas como o dólar até commodities, caso do petróleo. Mas afinal, o que isso significa? Tais instrumentos são conhecidos como derivativos. Complicou?

Em outras palavras, os derivativos são aplicações financeiras cujo preço de mercado deriva (daí vem o nome) do comportamento de determinado ativo, incluindo ações, dólar ou commodities. Na prática, o valor dos derivativos depende do valor do ativo de referência negociado no mercado à vista.

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TED sem custo: saiba quais bancos oferecem esse benefício

Saiba como fazer TED sem custo

Investir fora do banco é importante para garantir uma boa rentabilidade em suas aplicações. Mas a verdade é que você continuará recebendo seu salário no banco… E todas as vezes que enviar seu dinheiro para sua conta em uma corretora, para que possa aplicá-lo, poderá ter que pagar uma tarifa de transferência. Aí que mora o perigo, pois o custo da TED acaba fazendo muita gente manter os recursos aplicados no banco.

“Ah, como vou ter de pagar X reais todo mês, prefiro deixar no banco mesmo”: esse é o tradicional pensamento de quem decide continuar na inércia do banco.

E assim o hábito de poupar e investir mensalmente é deixado de lado, sem que as pessoas percebam. Afinal, o simples fato de você precisar transferir uma quantia todo mês de um lugar para outro já cria uma espécie de “obrigação”, o que é salutar para quem está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos.

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Mercado de capitais: entenda o conceito

Mercado de capitais: entenda o conceito

Para desenvolver projetos de expansão, as empresas precisam de capital. Esse dinheiro pode ser obtido, por exemplo, por meio de captação no chamado mercado de capitais. Os recursos podem ser direcionados para investimentos como: expansão da capacidade, aquisição de outras empresas, ou mesmo alongar o prazo de suas dívidas. E quem “empresta” os recursos às companhias são os investidores, que veem essa quantia se valorizar ao longo do tempo.

Esse processo ocorre com apoio de intermediários financeiros. Além das empresas e dos investidores, outros agentes fazem parte do mercado de capitais, incluindo a bolsa de valores (a BM&FBovespa), bancos de investimento, corretoras, distribuidoras de valores, entre outros prestadores de serviços. Como espécie de xerife do mercado de capitais está a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – órgão responsável pelo controle, normatização e fiscalização de tudo o que acontece nesse mercado.

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Aplicações financeiras para o curto, médio e longo prazo

aplicações financeiras

Uma das regras mais importantes na hora de fazer um investimento é definir qual o tempo previsto para você alcançar determinado objetivo. Em geral, as metas são classificadas como de curto prazo (até um ano), médio prazo (um a quatro anos) ou longo prazo (acima de quatro anos). Ao montar sua cesta de aplicações, é preciso adequar o tipo de produto financeiro ao prazo estabelecido.

Para ajudá-lo nessa tarefa, selecionamos os investimentos mais recomendados conforme cada horizonte de tempo.

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Qual é o papel da corretora de valores? Conheça as principais

Corretora de Valores

O mercado financeiro tem diversos atores, como órgãos e autarquias (Banco Central e CVM, por exemplo), bancos, corretoras de valores, gestoras de recursos, consultorias de investimento, entre outros. Da mesma forma que numa peça, cada ator desempenha seu papel e interage com os demais.

Mas alguns personagens têm múltiplos papéis no enredo, caso das corretoras de investimento ou corretoras de valores. Você já ouviu falar nelas? Neste texto explicaremos como elas funcionam, quais atividades desempenham e quem supervisiona o trabalho delas.

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Investir em ações ajuda a diversificar carteira

Enquanto a caderneta de poupança tem o poder de encantar os brasileiros, a Bolsa de Valores costuma assustar os investidores. Com suas oscilações, o investimento em ações ainda é encarado como um bicho-papão, embora seja tão importante quanto as aplicações financeiras conservadoras.

Investir em ações ajuda a diversificar a carteira com foco em objetivos de longo prazo, mas não custa lembrar que a parcela desses ativos precisa ser dosada conforme o objetivo, horizonte de investimento e o perfil de risco. Em outras palavras, ter uma porção do dinheiro aplicada em renda variável é salutar, porém, é preciso ter cuidado para não ter prejuízo com escolhas feitas sem pensar ou com base em especulações do mercado financeiro.

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