Vale a pena resgatar minha previdência privada? Caso 1: VGBL

Previdência privada VGBL: vale a pena resgatar?

Quase todos os dias recebemos perguntas de pessoas que já investem em previdência privada. Apesar de desconfiarem de que o plano não é muito vantajoso, elas se sentem aprisionadas a ele. E então questionam: será que vale a pena sair da minha previdência privada para investir com a Vérios? Quanto dinheiro vou perder ao resgatar?

Faz um tempinho que planejamos iniciar esta série de artigos sobre quando faz sentido (e quando não faz) resgatar a previdência privada, mas sempre esbarramos nas peculiaridades de cada plano. São muitos os detalhes envolvidos, o que dificulta criar uma fórmula “universal” para essa análise.

Na prática, cada caso é um caso! O plano pode ser VGBL ou PGBL; pode cobrar ou não taxa de saída; o regime de tributação pode ser regressivo ou progressivo; o tempo de contribuição pode ser de um, dois, cinco, 10 anos… Todos esses fatores influenciam na decisão.

Neste artigo explicamos o que você deve levar em conta nessa avaliação caso seu plano de previdência privada seja do tipo VGBL. Fazemos também uma análise a partir de um caso real, comparando o desempenho de um fundo de previdência com a carteira inteligente da Vérios.

Antes de começar: VGBL x PGBL

A principal diferença entre planos VGBL e PGBL é a existência ou não de um benefício fiscal, ou seja, uma vantagem no pagamento do Imposto de Renda.

No PGBL, você tem a opção de declarar o plano para abater (deduzir) uma parte do IR devido anualmente. No VGBL não existe esse benefício, o que simplifica a análise.

Leia também: Previdência privada: quando o PGBL vale a pena?

No VGBL, a tributação é bem parecida com a regra geral dos fundos de investimento. A diferença é que ela pode ser progressiva ou regressiva, como veremos adiante.

Saiba mais: PGBL e VGBL: o básico sobre previdência privada.

Bom, agora vamos aos principais critérios que você deve considerar se está pensando em resgatar sua previdência privada: os custos e a tributação, que trabalham contra a rentabilidade do investimento.

O que levar em conta antes de sair da previdência privada

Custos (taxas de administração, de carregamento e de saída)

O primeiro passo é saber quais taxas são cobradas pelo seu plano de previdência privada.

– Taxa de administração

Os planos de previdência privada aplicam seu dinheiro em um fundo de investimento. Para administrar esse fundo, há um custo: a taxa de administração, que é anual (porém calculada e provisionada diariamente) e já vem descontada no valor da cota do fundo.

Na prática, isso significa que a rentabilidade do fundo já aparece líquida, pois a taxa de administração já está descontada. Mas isso não te desobriga de prestar atenção nessa taxa, porque ela impacta diretamente na rentabilidade do seu plano.

Os fundos de previdência privada costumam ter taxas de administração um pouco mais altas que outros fundos de investimento. Taxas acima de 2% ao ano já sinalizam um bom motivo para deixar seu plano.

– Taxa de carregamento

A taxa de carregamento, também chamada de taxa de carregamento antecipada, é um custo cobrado a cada novo depósito ou aporte que você faz em seu plano de previdência. Ela é descontada diretamente do valor que você pretende investir.

Sendo assim, se você fizer um aporte de R$ 100 e tiver uma taxa de carregamento de 5%, na verdade o seu aporte será de R$ 95. Essa taxa é descontada antes mesmo de o valor ser aplicado!

O ideal é o plano não cobrar essa taxa. Uma pessoa nos procurou contando que a taxa de carregamento do seu plano é de 9%, o que nos deixou impressionados (e também revoltados, e angustiados!). A cada R$ 500 depositados todo mês, R$ 45 vão direto para a administradora do plano. E o pior: você perde esse dinheiro, mas ele não conta como rentabilidade negativa. É um dinheiro que some de forma bem discreta.

– Taxa de saída

Também chamada de taxa de carregamento postecipada, a taxa de saída é um dos principais fatores que prendem as pessoas aos planos de previdência.

Quando você pede para resgatar seu investimento, a taxa de saída é descontada do valor total líquido aplicado. Se você tem um saldo de R$ 10.000 líquidos em sua previdência (ou seja, já descontados os impostos e a taxa de administração) e a taxa de saída é de 5%, você receberá em sua conta R$ 9.500.

Lembrando que ao final do artigo vamos mostrar um exemplo real, considerando não apenas os custos mas também outras variáveis para avaliar se vale a pena fazer o resgate.

Regime de tributação (regressivo e progressivo)

Existem dois tipos de tributação de Imposto de Renda possíveis para os fundos de previdência privada: o regime regressivo e o regime progressivo. Talvez você não se recorde, mas no momento da contratação do plano você precisou optar por um deles.

Em resumo, o regime regressivo considera o tempo de permanência no plano. Já o regime progressivo foca no quanto você irá resgatar mensalmente após o período de contribuição.

– Regime regressivo

No regime regressivo, a tributação de Imposto de Renda ocorre quando você faz um resgate. As alíquotas vão diminuindo com o tempo, de acordo com a tabela abaixo:

Tempo de investimento

 

 

 

 

 

Alíquota de Imposto de Renda

Até 2 anos
 
     
 
35%
De 2 a 4 anos
 
     
 
30%
De 4 a 6 anos
 
     
 
25%
De 6 a 8 anos
 
     
 
20%
De 8 a 10 anos
         
15%
Acima de 10 anos
         
10%

 

Reparem que nos seis primeiros anos do plano as alíquotas são bem maiores que as de qualquer outro tipo de investimento (em outras aplicações financeiras, a alíquota mais alta cobrada é 22,5% sobre os rendimentos).

A primeira implicação disso é que, se você resgatar a previdência privada nos primeiros anos do plano, o Leão não vai apenas morder, mas sim dar uma bela abocanhada nos rendimentos!

Isso significa que, se seu plano tem regime de tributação regressiva, não vale a pena resgatar antes de seis anos? Depende. Como afirmamos no início do artigo, cada caso é um caso!

Quer um exemplo? Suponha que você tenha um investimento de R$ 1.000 em um fundo de previdência privada com regime de tributação regressiva e rentabilidade de 10% ao ano (já descontada a taxa de administração e supondo não haver taxa de saída).

Após um ano, temos R$ 1.100. Se for preciso resgatar nesse momento, serão R$ 35 de Imposto de Renda (35% do rendimento de R$ 100).

Para saber se vale a pena resgatar, é preciso fazer uma comparação com outro investimento. Vamos considerar uma aplicação na carteira inteligente de nível de risco 3 (sem diversificação completa) da Vérios, que atualmente tem rentabilidade esperada de 10,83% ao ano.

Ao resgatar a previdência, entrariam em sua conta R$ 1.065 (IR já descontado). Se você investir esses recursos com a Vérios, após um ano é esperado que seu patrimônio esteja em R$ 1.1621.

Mas e se o dinheiro continuasse no fundo de previdência? Quanto teríamos após esse ano? Como não haveria o resgate dos R$ 1.100, eles teriam se transformado em R$ 1.210. Considerando a nova alíquota de imposto (30%), teríamos R$ 1.147 líquidos.

Ou seja, resgatar a previdência e investir com a Vérios teria valido a pena nesse caso específico! 😉

Mas é claro que, dependendo do tempo de permanência no plano — que determina a alíquota de IR –, a conclusão poderia ter sido diferente.

Quer ver só? Apenas para aprofundar a análise, vamos fazer uma comparação com uma alíquota menor. Suponham que o investimento no fundo de previdência já completou nove anos. A rentabilidade é de 10% ao ano, e queremos trocar para a carteira 3 da Vérios.

Na previdência, o patrimônio antes dos impostos seria de aproximadamente R$ 2.358. Sobre a rentabilidade de R$ 1.358, incidirá a alíquota de 15%. Ou seja, ao resgatar teríamos um patrimônio líquido de R$ 2.154,25.

Se investirmos esse valor resgatado da previdência na carteira inteligente da Vérios por um ano, teremos um patrimônio líquido esperado de R$ 2.346,722. Mas se o dinheiro tivesse permanecido no fundo de previdência, o patrimônio líquido seria de R$ 2.434,36. Notem que, nessa situação, como o investimento completaria 10 anos, a alíquota do imposto na tabela regressiva seria reduzida para 10% sobre os rendimentos!

Portanto, ao analisar esse intervalo de um ano após a troca do investimento, e considerando apenas o rendimento líquido, não teria valido a pena migrar os recursos para a carteira da Vérios.

Regime progressivo

No regime progressivo de tributação, o que define a alíquota de Imposto de Renda não é o tempo em que o dinheiro permanece investido na previdência privada, mas sim o valor que você vai resgatar.

A alíquota vai aumentando seguindo as mesmas regrinhas da tabela geral do IR. A tributação é igual à que incide sobre o seu salário se você trabalha no regime CLT:

Base de cálculo anual

 

     

 

 

 

 

Base de cálculo mensal

               

Alíquota de IR

Até R$ 22.847,76
               
Até R$ 1.903,98
               
 Isento
De R$ 22.847,77 a R$ 33.919,80
 
     
 
 
 
 
De R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65
 
     
 
 
 
 
7,5% 
De R$ 33.919,81 a R$ 45.012,60
 
           
 
De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05
               
15% 
De R$ 45.012,61 a R$ 55.976,16
 
           
 
De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68
               
22,5% 
Acima de R$ 55.976,16
 
           
 
Acima de R$ 4.664,68
               
27,5% 

Fonte: Tabela da Receita Federal para 2017, ano-calendário 2016. Os valores são atualizados anualmente. 

Reparem que, no regime progressivo, se o objetivo é ter uma renda mensal menor que R$ 2.826,65, a alíquota de imposto sobre o resgate é excelente! Mas vamos nos ater não a retiradas mensais e sim a resgates totais, nosso foco neste artigo.

Vamos seguir o primeiro exemplo que mostramos antes, na análise do regime regressivo: um investimento de R$ 1.000, custos já descontados, com rentabilidade de 10% ao ano.

Após um ano de investimento, teríamos R$ 1.100. Nessa situação, ao fazer o resgate total nenhum imposto é devido, pois a renda de até R$ 22.847,76 ao ano é isenta.

Se investirmos esses R$ 1.100 na carteira inteligente (nível de risco 3), teremos um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 1.1983.

Se tivéssemos mantido o dinheiro aplicado no plano de previdência por mais um ano, teríamos R$ 1.210 líquidos, pois de acordo com a tabela do Imposto de Renda, continuaríamos isentos.

Ou seja, nesse caso o patrimônio líquido seria maior no plano de previdência, apesar da rentabilidade maior oferecida pela Vérios.

Agora vamos para um segundo exemplo, no qual o valor investido passa a ser R$ 50.000.

Após um ano, teríamos R$ 55.000 no fundo de previdência. Ao fazer o resgate total, incide a alíquota de 22,5% de IR. Assim, o patrimônio líquido seria de R$ 53.875.

Ao investirmos esses R$ 53.875 na carteira inteligente, teríamos após um ano um patrimônio líquido esperado de aproximadamente R$ 58.6894.

Ao manter por mais um ano os recursos no plano de previdência, seriam R$ 57.612 líquidos, pois agora o patrimônio antes dos impostos seria de R$ 60.500 e estaríamos na pior alíquota de Imposto de Renda: 27,5%.

Ou seja, nesse caso valeria a pena resgatar a previdência privada após o primeiro ano e investir os recursos com a Vérios, por exemplo.

[Caso real] Plano de previdência privada do Bradesco

Agora que já analisamos alguns dos principais componentes que podem influenciar a sua decisão de sair ou não da previdência privada, vamos trazer um exemplo mais próximo da realidade. Um caso que aconteceu de verdade!

A Camila fez um plano de previdência privada no banco Bradesco. Ela aplicou R$ 10.0005 com regime de tributação regressiva no fundo Bradesco FIC FI Renda Fixa VGBL – F10 em 17/04/2009. O plano dela cobra uma taxa de saída de 3%.

Ela gostaria de resgatar os recursos da previdência e investir conosco. Será que vale a pena?

Vamos descobrir!

O fundo teve rentabilidade de 116,58% no período de pouco mais de oito anos em que o dinheiro da Camila permaneceu investido (considerando como data final 10/07/2017). Veja no gráfico extraído do Comparação de Fundos:

Rentabilidade do fundo de previdência do Bradesco

A rentabilidade divulgada no Comparação de Fundos já desconta a taxa de administração do fundo, então o que precisamos considerar é o Imposto de Renda e a taxa de saída.

Antes do imposto, temos um patrimônio acumulado de R$ 21.658. Como a aplicação existe há pouco mais de oito anos, a alíquota é 15%, de acordo com a tabela do regime regressivo. Dessa forma, temos um patrimônio de aproximadamente R$ 19.909 após o desconto do IR.

Mas não é só isso! O plano da Camila cobra também uma taxa de saída de 3%, a qual incide sobre todo o valor líquido de IR, ou seja, sobre os R$ 19.909. Na prática, após o desconto da taxa de saída, o que entraria na conta da Camila seriam R$ 19.312.

Investindo esses recursos com a Vérios a Camila teria um rendimento melhor do que no fundo de previdência?

A partir desse ponto a comparação fica mais delicada, pois apesar de termos a projeção de rentabilidade da carteira 3 (10,83% ao ano, sem diversificação completa), não temos a projeção de rentabilidade do fundo da previdência da Camila.

Nesse caso, vamos pelo caminho de comparar o rendimento da carteira 3 desde que ela começou a existir, em janeiro de 2016, com a rentabilidade do fundo no mesmo período. Lembrando que a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, mas, na falta de uma projeção, essa comparação pode nos dar mais informações para a tomada de decisão.

Gráfico de comparação de rentabilidade: fundo de previdência do Bradesco x carteira 3 da Vérios

Observem que a carteira 3 rendeu mais do que o fundo de previdência em todo o período analisado. As direções dos movimentos de ambos são até muito parecidas (em matematiquês, diríamos que o fundo e a carteira são correlacionados!).

Vamos fazer uma comparação entre a estimativa de rentabilidade futura do fundo e a projeção de rentabilidade anual da carteira 3, que como vimos é de 10,83% atualmente.

No período analisado, cerca de 18 meses, o fundo rendeu 18,41%; já a carteira 3 rendeu 19,90%. Ou seja, a rentabilidade do fundo foi de 93% da rentabilidade da carteira 3. Vamos então estimar para o próximo ano a rentabilidade do fundo em 93% da rentabilidade da Vérios, ou seja, 10,07%.

A essa altura do campeonato você já deve imaginar o que vem em seguida para completar a análise, certo? As alíquotas de Imposto de Renda!

Se investíssemos R$ 19.312 (o saldo líquido resgatado do fundo) na carteira 3 da Vérios por um ano, teríamos um patrimônio líquido esperado de R$ 21.0376. Lembrando que os custos já estão descontados da rentabilidade e não há cobrança de taxa de saída para investir com a Vérios.

Mas e se a Camila mantivesse o dinheiro no fundo de previdência por mais um ano?

Nesse caso, continuaria valendo a alíquota de 15% (para chegar à alíquota mínima de 10% seria preciso esperar até 2019).

Bom, vamos considerar a rentabilidade estimada de 10,07% sobre o montante de R$ 21.658, que era o valor que a Camila tinha no fundo, lembram?

Após um ano, o patrimônio investido no fundo estaria valendo R$ 23.839. Aplicando a alíquota de 15% de IR, chegamos a R$ 21.763. Mas ainda é preciso descontar a taxa de saída de 3% sobre esse saldo! O que restaria a Camila seriam, então, R$ 21.110.

Saldo após sair do fundo e investir por um ano com a Vérios = R$ 21.037
Saldo após permanecer no fundo por mais um ano = R$ 21.110

Percebam que o resultado ficou muito parecido, com o fundo ganhando por pouco!

Obviamente o que fizemos foram estimativas a partir de um cenário muito específico. Se algo muda, os números mudam também. A título de curiosidade, veja o que acontece por exemplo se usarmos outro método para estimar a rentabilidade do fundo no próximo ano.

O que fizemos anteriormente foi extrair a rentabilidade do fundo em relação à da carteira inteligente, certo? Chegamos à conclusão que o fundo rende historicamente 93% do que rende a carteira 3, e esse é um número bastante favorável ao fundo.

E se, em vez disso, extrairmos a média geométrica do rendimento do fundo desde 2009, quando Camila aplicou? A rentabilidade média anual do fundo fica então em 8,97% e a carteira inteligente sai na frente.

Alterando o método de estimar a rentabilidade do fundo:

Saldo após sair do fundo e investir por um ano com a Vérios = R$ 21.037
Saldo após permanecer no fundo por mais um ano = R$ 20.913

A comparação numérica é muito sensível a qualquer mudança em variáveis como rentabilidade, custos e tempo de investimento. A taxa de saída poderia ser de 4%; a Camila poderia estar no fundo há poucos meses ou há mais de 10 anos; o nível de risco da carteira da Vérios poderia ser outro…

Também é importante ter em mente que a (pequena) diferença de rentabilidade líquida não deve ser o único critério para a sua tomada de decisão. Existem muitas outras coisas que podem justificar que ela permaneça no fundo (como continuar pela comodidade do banco) ou decida investir com a Vérios (como o atendimento, os custos menores, a transparência e facilidade para acompanhar os investimentos, o controle de risco, a estratégia de diversificação… ou simplesmente o alívio de não se sentir “presa” a um plano de previdência).

Lembrando também que, se você gosta da dinâmica da previdência privada mas percebeu que está em um plano muito ruim, é possível fazer a portabilidade e trocar de plano. Só não vale ficar incomodado sabendo que seu dinheiro está valendo menos do que poderia!

São muitos “se” para analisar. Por isso é sempre importante estudar caso a caso!

Se você está pensando em sair do seu plano de previdência e quer ajuda para fazer essa análise, conte conosco! Envie os dados do seu plano (nome do fundo, regime de tributação, custos e tempo de investimento) para falacomigo@verios.com.br e iremos ajudar você com isso.

 

Já se você já está decidido a deixar seu plano de previdência — ou se você nem tem previdência privada e está aqui só por curiosidade 🙂 — também pode vir com a gente investir melhor para sua aposentadoria! Para ver os rendimentos esperados e a composição das diferentes carteiras da Vérios, clique aqui e simule seu plano de investimento.

Considerando a rentabilidade de R$ 118 e o desconto de 17,5% da alíquota do Imposto de Renda.

Considerando a rentabilidade de R$ 192 e o desconto de 17,5% da alíquota do Imposto de Renda.

Considerando a rentabilidade de R$ 119 e o desconto de 17,5% da alíquota do Imposto de Renda.

Considerando a rentabilidade de R$ 5.835 e o desconto de 17,5% da alíquota do Imposto de Renda. Para simplificar, estamos usando a mesma rentabilidade esperada para carteiras sem diversificação completa (10,83% ao ano) no nível de risco 3. Mas para esse valor aplicado já é possível ter a diversificação completa da carteira, o que tem o efeito positivo de aumentar a rentabilidade esperada para 11,40% ao ano.

Apenas para simplificar os números, desconsideramos os aportes mensais que a Camila faz no plano, mas fiquem tranquilos pois isso não muda o resultado da nossa análise.

Considerando a rentabilidade de R$ 2.091 e o desconto de 17,5% da alíquota do Imposto de Renda.

Vale a pena resgatar minha previdência privada? Caso 1: VGBL
4.94 (98.82%) 17 votos

Categorias: Iniciante, Intermediário, Avançado, Carteira inteligente, Aposentadoria, Fundos de investimento
  • Rodolfo Veiga

    Acho td isso uma tremenda sopinha de letrinhas
    E na maioria das vezes de difícil digestão…mas, claro, não podemos esquecer de analisar o famoso “SE”…rs
    Curti o Textão!!!
    Parabéns!!!
    Abs!!!

    • Ana Vitória Baraldi

      Oi Rodolfo,
      É uma sopa de letrinhas mesmo! rs
      Por isso estamos aqui para ajudar, conte conosco.

      Abraços,
      Aninha

  • Carlos Arnaldo

    Bom dia!
    Só gostaria de adicionar a este texto que vocês estão generalizando essas taxas. Sou cliente da Brasilprev e la minha taxa de adm inicial é de somente 1,80%a.a. e sem cobrança de taxa de carregamento antecipada. Para meus planos Junior que tenho dos meus filhos sai muito mais barato do que de outras instituições e muito mais rentavel que uma poupança por exemplo ou qualquer outra aplicação lastreada em CDI com a viés de queda.
    Para meu plano VGBL onde possuo grande volume trabalho com taxas de adm de 1% e 0,70%a.a. sem cobranca de taxa de carregamento antecipado onde me rendem em média acima dos 12%a.a liquido da taxa de adm.
    Por isso que gostaria de dizer que nao podemos generalizar pois essas taxas que aqui foi dito, sao de planos que hoje em dia não são mais comercializados conhecidos como FGB.
    Acho que foi tendenciosa esse artigo e que me tirou um pouco de credibilidade da Vérios.
    Obrigado.

    • Ana Vitória Baraldi

      Oi Carlos, bom dia!

      Esse era um receio que a gente tinha antes de publicar um artigo como esse, cada caso é um caso, ainda mais na avaliação de previdência privada e obviamente existem boas opções.

      Acabamos nos baseando nos casos que chegam para gente. Infelizmente, nem todo mundo consegue distinguir o que é uma taxa abusiva e estamos aqui para ajudar nisso.

      Fico feliz com o seu relato de um caso que o plano de previdência seja uma ótima solução.

      Continue nos acompanhando e deixando os seus comentários! 😉

      Abraços,
      Aninha

  • Nash

    Estou em um PGBL da caixa faz 8 anos, com duração de 30 anos, consegui esse ano zerar as taxas de administração e carregamento, ou seja, no meu caso vale a pena continuar no plano no cenário atual da economia?

  • William Maciel

    Gente que artigo maravilhoso!!
    Sou fã do mercado financeiro e, mais especificamente, dessa parte de investimentos.
    Tô adorando acompanhar vocês e acho incrível a transparência da Vérios.
    Continuem sempre assim.

    • Ana Vitória Baraldi

      Oi William!

      Comentários como os seus nos motivam a continuar escrevendo conteúdos assim!
      Muito obrigada por nos acompanhar e se tiver alguma sugestão de pauta, manda pra gente.

      Abraços,
      Aninha