Vérios participa do “Fintech Day” a convite da CVM

Evento Fintech Day

A Vérios compartilhou no “Fintech Day” sua experiência como uma das principais startups brasileiras atuando no mercado financeiro. O evento aconteceu no dia 5 de dezembro, no Rio de Janeiro, e foi organizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), BM&FBovespa e Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

CEO e cofundador da Vérios, Felipe Sotto-Maior participou do painel sobre casos concretos de empresas atuantes no mercado brasileiro, e falou sobre nosso serviço inovador que oferece uma solução completa de investimento pela internet.

Foram discutidos os desafios de estabelecer uma relação de confiança por meio da internet, os pontos positivos e negativos da regulamentação, e até a escolha dos ativos que compõem a carteira inteligente. Os presentes viram com bons olhos a posição da Vérios de utilizar apenas títulos do Tesouro Direto e ETFs, ativos extremamente seguros e com ótima liquidez, que permitem resgate em poucos dias úteis.

“O brasileiro já sabe que pode acessar melhores investimentos se tirar seu dinheiro do banco para a corretoras independentes, mas sejamos sinceros: tirar o dinheiro do banco dá medo, porque o mercado é cheio de armadilhas. É nesse momento que a Vérios pode ajudar.”

Felipe Sotto-Maior, CEO e cofundador da Vérios

Também participaram dos estudos de caso as startups Magnetis e StartMeUp Crowdfunding. A conversa foi moderada pela presidente da BM&FBovespa Supervisão de Mercado Amarilis Prado Sardenberg.

Confira outras discussões que aconteceram no evento:

“Como será o mercado daqui a 10 anos?”

Na abertura do “Fintech Day”, o presidente da CVM Leonardo Pereira propôs uma reflexão: como será o mercado de capitais nos próximos 5 a 10 anos?

“Dadas as inovações dos últimos anos, é impossível prever quais mudanças acontecerão, e com que intensidade. Como regulador, a CVM está ouvindo, aprendendo”, afirmou.

Pereira lembrou que há alguns meses a CVM criou o Fintech Hub, um núcleo para o estudo e monitoramento das inovações tecnológicas no mercado financeiro.

Também participou da abertura do evento o presidente da Israel Securities Authority (a “CVM de Israel”), Shmuel Hauser, que listou os principais segmentos onde fintechs atuam e explicou as diferenças entre os robo-advisors — como a Vérios — e os robo-traders. Uma diferença que poucas pessoas no Brasil conhecem. (Entenda neste artigo as diferenças).

Segurança e educação financeira

Na mesa-redonda sobre o impacto das tecnologias financeiras no mercado de capitais, os temas debatidos foram segurança, transparência e educação.

Para Guilherme Horn, Líder de Serviços Financeiros da Accenture, os sistemas automatizados são seguros; as falhas, quando ocorrem, geralmente são causadas por humanos, pela não observação de algum procedimento. “O que tenho visto hoje é que a confiança do cliente na recomendação de investimento feita por um algoritmo é maior do que na recomendação feita por uma pessoa, que pode estar de olho em comissões”, afirmou.

“Quando vejo plataformas incentivando a compra de títulos privados só porque são isentos de Imposto de Renda e contam com a garantia do FGC, me questiono sobre a eficiência das iniciativas de educação do investidor” (Guilherme Horn)

Sobre iniciativas de educação do investidor, Horn fez uma provocação. Ele propôs uma reflexão se as pessoas em geral realmente querem ser educadas e estudar sobre o mercado financeiro. E aproveitou para questionar o modelo predominante atual, de “distribuir FGC” indiscriminadamente.

“Quando vejo todas as plataformas no mercado incentivando a compra de títulos privados como LCI e LCA só porque são isentos de Imposto de Renda e porque contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), me questiono sobre a eficiência das atuais iniciativas de educação do investidor”, disse.

simulação do investimento

Crédito da foto: CVM Educacional

Vérios participa do “Fintech Day” a convite da CVM
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