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20 de dezembro de 2016 Ultima atualização: 17 de agosto de 2018

Vérios participa do grupo de discussão ‘A vez do robô’, da Capital Aberto

20 de dezembro de 2016

Os possíveis impactos dos “robôs de investimento” na indústria de gestão de recursos foi o tema do encontro promovido pela Capital Aberto no dia 24 de novembro. Fui convidado para o painel de debates na qualidade de CEO da Vérios, e aproveitei para explicar como o nosso robô Ueslei se mantém neutro na hora de recomendar os melhores ativos para os nossos clientes. “Na Vérios não há conflitos de interesse. Recomendamos o que é melhor para o investidor em uma carteira que contém títulos públicos via Tesouro Direto e ETFs de ações negociadas no Brasil e nos Estados Unidos”.

O evento reuniu representantes de diversos bancos e gestoras de investimento, além de outras grandes empresas que atuam no mercado financeiro. Até pensei que poderia encontrar alguma resistência desses players estabelecidos do nosso mercado, mas o tom da discussão foi muito positivo e construtivo. De maneira geral, todos vêem o serviço como um próximo passo na evolução da gestão de recursos, que vai ampliar o acesso dos brasileiros a serviços de alta qualidade.

banner-blog-lancamentoA CFA Society, que confere um dos mais altos níveis de certificação para consultores de investimento (humanos!), também avalia positivamente a interação entre homem e máquina na gestão de recursos. Para Luis Affonso, diretor da entidade que participou como debatedor, essa é uma forma de democratizar o aconselhamento e de reduzir as taxas cobradas pelas gestoras de recursos.

Na essência, a automatização de investimentos democratiza um serviço que antes estava disponível apenas para milionários, a carteira administrada. Ao contrário do que muitos pensam, o robô não é uma inteligência artificial e não substitui o consultor humano. Ele apenas aumenta – e muito! – o potencial de alcance do trabalho desses profissionais.

Os algoritmos automatizam a parte do trabalho que é mais “braçal”, como o preenchimento de questionários, a realização de cálculos matemáticos e o envio de ordens à corretora, mas toda a inteligência das carteiras de investimento é montada por seres humanos (usando outros algoritmos poderosos que funcionam como uma grande calculadora). Aqui na Vérios, os principais seres humanos responsáveis por essa estratégia são o Daniel Resende, a Aninha Baraldi, o Flavio Abdenur e agora também o Marcelo Copola.

A grande sacada é que o uso desses algoritmos torna a estrutura mais eficiente, permitindo que a gente atenda desde os milionários mais modernos e sem tempo para falar com consultores até os investidores que possuem valores menores e não teriam acesso ao serviço nas casas tradicionais. No caso da Vérios, com aportes a partir de R$ 12 mil reais, o nosso cliente já tem uma carteira com títulos públicos que fica sempre balanceada de acordo com o seu nível de risco.

Para saber como foi a conversa, assista aos melhores momentos no vídeo abaixo.

Participaram do painel de debate:
– Felipe Sotto-Maior, CEO da Vérios
– Fernando Exel, CEO da Economatica
– José Carlos Doherty, superintendente-geral da Anbima
– Luciano Tavares, fundador da Magnetis
– Roberto Lee, diretor de produtos da Clear Corretora do Grupo XP

Os painelistas responderam perguntas do público e dos dois debatedores:
– Luis Fernando Affonso, diretor da CFA Society Brazil
– Luís Ruivo, sócio da PwC e líder da área de Fintechs

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Ultima atualização: 17 de agosto de 2018

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CEO da Vérios, a fintech que te ajuda a fazer investimentos inteligentes, de forma fácil, rentável e segura. Pode confiar. Felipe conta com mais de 10 anos de atuação no mercado financeiro, e em 2011 cofundou o site Comparação de Fundos, primeiro a dar transparência a mais de 15 mil fundos de investimento. É advogado pela USP e pós-graduado em Finanças Corporativas e Investment Banking pela FIA.

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